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PROPOLIGHT SPRAY

PRÓPOLIS FORTE - 35 ML



O Propolight Própolis Forte foi desenvolvido para aquelas pessoas em que os produtos anteriores não são tão eficazes. Cada organismo possui respostas diferentes a tratamentos. O Própolis Forte possui altos teores de própolis aliado a uma mistura de plantas como a Malva, Tanchagem, Pulmonária, Menta e Eucalipto. O sabor é bastante forte, proveniente da mistura de plantas com altos teores.

O Extrato de Própolis em é uma solução com alta concentração de própolis, obtida a partir de própolis bruta padronizada, em equipamento desenvolvido para maximizar a extração. Apresenta as atividades cientificamente comprovadas da Própolis Uniflora, permitindo administração em quantidades eficazes de acordo com a necessidade do paciente.


INFORMAÇÕES TÉCNICAS

ATIVIDADES BIOLÓGICAS DA PRÓPOLIS

 

Yong Kun Park Severino Matias de Alencar Fabiana Fonseca de Moura & Masaharu Ikegaki

 

A origem do conhecimento do homem sobre as virtudes alimentícias, curativas e profiláticas dos produtos das abelhas é bastante curiosa e interessante.

Praticamente todas as civilizações antigas com as suas terapias milenares conheceram e utilizaram os produtos das abelhas como valiosos recursos na sua medicina. As histórias das medicinas das civilizações Chinesa, Tibetana, Egípcia e também a Greco-Romana são ricas, todas contendo em seus escritos antigos, centenas de receitas onde entram principalmente mel, própolis, larvas de abelhas e ás vezes as próprias abelhas, para curar ou prevenir enfermidades. Merece destaque a Bíblia Sagrada, oriunda da Civilização Hebraica que em alguns textos enaltece ao mesmo tempo que enobrece as propriedades alimentícias e medicinais do mel. Outros textos refere-se á própolis que era conhecida como O bálsamo de Gileade, era utilizada para curar feridas e atingia altos preços no mercado daquela época. No Japão, o uso da própolis tomou um grande impulso em 1985, após a realização do XXX Congresso Internacional da APIMONDIA na cidade de Nagóia, sendo hoje o principal comprador da própolis brasileira.

Nas duas últimas décadas tem se observado um interesse cada vez maior sobre os produtos obtidos de abelhas da espécie Apis mellifera, como o mel, geléia real, apitoxina, pólen e própolis, onde tem encontrado grande aceitação, principalmente pelas suas propriedades terapêuticas, originando assim um novo ramo na medicina alternativa denominado de Apiterapia. Dentre os diversos produtos apícolas, a própolis vem se destacando devido as suas várias propriedades terapêuticas e biológicas relatadas em diversos trabalhos científicos no mundo inteiro.

A própolis é uma substância resinosa e balsâmica, que possui coloração e consistência diversa, variando de coloração marrom até verde escuro. É coletada por abelhas de diversas partes das plantas como brotos, botões florais e exudados resinosos, sendo transportados para dentro da colméia e modificados pelas abelhas através de suas próprias enzimas. Esta substância é utilizada pelas abelhas na entrada das colméias, fechando frestas para redução da entrada do vento frio e, principalmente, dos inimigos naturais (fundos e bactérias), além de ser utilizada para embalsamar pequenos animais mortos, pelas abelhas e que não puderam ser retirados, evitando assim a putrefação. A própolis também é utilizada como material de construção no interior da colméia, soldando favos, quadros e envernizando o interior dos alvéolos para que a rainha faça a postura.

Em países de clima temperado da Europa e América do Norte, os vegetais produtores de própolis são poucos. O choupo, Populus L., da família Salicaceae é a principal fonte. Ainda pode-se encontrar esta espécie vegetal na Ásia e no norte da África. Entretanto, não é natural dos trópicos. No Brasil, existem diversas espécies vegetais para a retirada da resina. No entanto, poucas foram as espécies identificadas até agora, mas o assa-peixe, aroeira, alecrim e eucalipto são alguns exemplos de vegetais produtores de própolis.

Este também, tem sido o principal motivo de nossas pesquisas com própolis no Brasil.

 

Composição química da própolis in natura

A composição química da própolis depende da ecologia botânica de cada região e ainda pode sofrer influência da variedade genética das rainhas. Em geral, é composta de 50% de resina e bálsamo, 30% de cera, 10% de óleos essenciais e aromáticos, 5% de pólen e 5% de várias outras substâncias. Até o momento, já foram identificados mais de 200 compostos químicos na própolis, dentre os quais flavonóides, ácidos aromáticos, terpenóides, aldeídos, álcoois, ácidos alifáticos e ésteres, aminoácidos, esteróides, açúcares, etc.

Em estudos realizados recentemente no nosso laboratório, foram encontrados diferentes tipos de própolis no Brasil. Ao todo, foram coletadas aproximadamente 500 amostras de diferentes regiões do Brasil (Nordeste, Sudeste, Centro Oeste e Sul), as quais, através da observação morfológica, da coloração dos extratos e das características organolépticas da própolis in natura e da análise das características físico-químicas (absorbância na região UV- visível, cromatografia em camada delgada de alta eficiência em fase reversa, etc), foi possível classificar as própolis em 12 grupos distintos. No entanto, não foram incluídas nessa classificação amostras com padrões físico-químicos que apareceram em menor freqüência.

 

Atividades biológicas e/ou farmacológicas

Entre os grupos selecionados de acordo com os métodos descritos acima, foram realizados alguns estudos para a determinação da atividade fisiológica, tais como antimicrobiana, antiinflamatória, antioxidante, antiviral e anticâncer.

As propriedades terapêuticas da própolis tem incentivado as pesquisas de isolamento e identificação de compostos químicos, e a possível relação destes com a sua atividade biológica. A presença de diversos compostos fenólicos explicam, em parte, a grande variedade das propriedades biológicas e terapêuticas relatadas na literatura, principalmente nas últimas 3 décadas. Nos quadros 1 e 2 podem ser observadas algumas propriedades biológicas e terapêuticas descritas na literatura.

Antibiótica: A atividade antibiótica in vitro da própolis foi verificada contra várias linhagens de bactérias Gram positivas (Bacillus brevis, B.polymyxa, B.pumilus, B. sphaericus, B. subtilis, Cellulomonas fimi, Nocardia globerula, Leuconostoc mesenteroides, Leuconostoc mesenteroides, Staphylococcus aureus e streptococcus faecalis) e Gram negativas (Aerobacter aerogenes, Alcaligenes sp., Bordetella bronchiseptica, Escherichia coli, Proteus vulgaris, Pseudomonas aeruginosa e Serratia marcescens). Pesquisas realizadas no nosso laboratório tem comprovado um alto poder antibiótico de determinada própolis contra as bactérias Staphylococcus aureus e Sptreptococcus mutans. Algumas dessas amostra de própolis apresentaram altas concentrações dos flavonóides galangina e pinocembrina, os quais são considerados serem agentes antimicrobianos.

Atividade Aniinflamatória: Outra atividade biológica atribuída à própolis é quanto a sua ação antiinflamatória. Diversos são os mecanismos relacionados ao processos inflamatórios acarretando em problemas como artrite reumatóide e artrose ou até mesmo a formação de edemas e sensação de dor. Existem relatos na literatura da utilização com sucesso de extratos etanólicos de própolis em testes laboratoriais in vitro e in vivo. Em vários modelos in vitro a própolis apresentou uma inibição da agregação plaquetária e da síntese de eicosanóide, sugerindo que ela possui uma poderosa atividade antiinflamatória. Em experimentos conduzidos utilizando cobaias verificou-se que os extratos de própolis apresentaram um resultado comparável à uma droga padrão comumente utilizada no tratamento de doenças inflamatórias chamada Diclofenac (Khayyal et al., 1993). Um outro trabalho utilizando extrato etanólico de própolis foi realizado em nosso laboratório onde foi testado diferentes concentrações de álcool para a preparação dos extratos e a sua relação com inibição de uma enzima chamada hialuronidase, que é responsável por muito dos processos inflamatórios conhecidos atualmente, e observou-se a própolis inibiu de forma considerável a atividade desta enzima e a concentração ideal de etanol para a preparação do extrato que apresentou a maior inibição foi de 80%.

Atividade Antioxidante: A oxidação de um determinado material (um pedaço de ferro, gordura, ou até mesmo em tecidos humanos) está relacionado, principalmente, com a sua degradação e/ou deterioração. No corpo humano a oxidação está ligado ao processo de envelhecimento, mutação do material genético e da degradação do tecido vivo. Os compostos responsáveis por essa ação maléfica são conhecidos como radicais livres. Na natureza existem diversas substâncias que combatem esses radicais tal como a vitamina C, a vitamina E, entre outros. Recentemente a própolis vem sendo estudada como alternativa para a combater essa oxidação. A sua composição química, formada essencialmente por compostos fenólicos, leva a crer que ela seja um produto com grande poder antioxidante, uma vez que esses compostos são conhecidos como tais. Em estudos laboratoriais, verificou-se que um dos compostos presente na própolis, conhecidos como CAPE, atua como um excelente antioxidante inibindo a formação de radicais livres (Jaiswal et al., 1997). Em nosso laboratório também foram realizados estudos sobre a atividade antioxidante de própolis e os resultados obtidos foram muito satisfatório pois a própolis inibiu em quase 95% a oxidação de uma mistura de reação formada por b-caroteno e ácido linoléico.

Antifúngica: Alguns autores demonstraram que entre outras atividades, a própolis tem ação antimicótica e que esta se deve ao ácido cinâmico e ao flavonóide crisina. Há relatos na literatura que o ungüento de própolis a 50%, curou sem haver recidivas, 97 de 110 pacientes com Kerion do couro cabeludo. Em adição, outros autores verificaram que o extrato etanólico de própolis demonstrou atividade inibitória sobre 17 cepas de dermatófitos, e ainda mostraram que a formulação de própolis com propileno glicol era igual ou superior à das medicações antifúngicas contra os fungos M. canis, T. rubrum, T. mentagrophytes e Scopulariopsis. Ghaly et. al.(1998), verificaram recentemente que o extrato etanólico de própolis, a 3 e 4 gramas por litro, reduziu a porcentagem de germinação e a produção de aflatoxina do fungo Aspergillus flavus.

Anestésica: Há na literatura vários relatos sobre o efeito anestésico da própolis. Ghisalberti (1979), relata que o extrato de própolis foi capaz de produzir um efeito anestésico total em córneas de coelhos. O extrato etanólico de própolis (40g em 100 ml de etanol 70%), foi relatado ser 3-5 vezes mais forte que a cocaína usada como um anestésico, a qual foi introduzida na prática dental, na antiga União Soviética, em 1953.

Antiprotozoária: A atividade antiprotozoária da própolis foi confirmado em inflamações provocadas por Trichomomas vaginalis (Scheller et.al.,1977). Posteriormente, verificou-se o efeito do extrato de própolis sobre o crescimento in vitro do protozoário parasita Giardia lamblia, o qual apresentou um efeito inibitório de 98% (Torres et. al.,1990). Considerando as perspectivas da própolis com atividade antiprotozoária, há muito que se estudar e conhecer sobre a própolis brasileira.

Antiviral: As pesquisas têm mostrado um efeito positivo da própolis sobre a virulência e a duplicação de algumas linhagens de vírus, tais como: herpes, adeno vírus, coronavírus, rotavírus. Além disso, já foi investigado o efeito in vitro da própolis sobre vários vírus como herpes simplex tipos 1 e 2, mutante resistente a aciclovir, adenovírus tipo 2, vírus da estomatite vesicular e poliovírus tipo 2.

Anticâncer: Existem na literatura alguns trabalhos relatando a atividade anticancerígena de extratos de própolis. Compostos derivados de ácido cinâmico e outros, conhecidos como terpenóides, mostraram possuírem boa atividade citotóxica. Nossos estudos tem demonstrado que determinados grupos de própolis (dentre os 12 classificados até o momento) impediram o crescimento de células cancerígenas em experimentos laboratoriais. Neste estudo, os 12 tipos de própolis foram colocados em contato com diferentes células cancerosas, do intestino, rim, mama, nariz e faringe. Após duas semanas, tempo suficiente para que as células se reproduzissem e crescessem, dez amostras tinham apresentado, em diferentes graus, não apenas inibição do crescimento, mas destruição parcial das células. O método de cálculo de inibição de tumores utilizado no estudo teve como base de comparação os resultados obtidos pela droga Etoposide, a mais forte existente no mercado para combater o câncer. Esse método foi desenvolvido pelo Instituto Nacional do Câncer dos EUA. Quando comparado com a droga teste, Etoposide, pode-se observar um padrão de atuação diferente, sugerindo, dessa forma, a existência de novos princípios citotóxicos na composição das própolis estudadas.

 

O futuro

A própolis tem sido utilizada desde os tempos mais remotos e apenas nas últimas décadas as pesquisas têm se identificado principalmente com o advento das medicinas naturais e alternativas. Como pode-se notar, a própolis é uma substância com inúmeras aplicações no campo dos alimentos funcionais, da cosmetologia, da veterinária, e, também da medicina. Um dos grandes problemas encontrados na própolis é a sua variação em conseqüência da diversidade vegetal e, em menor escala, as variações sazonais e ambientais. Dessa forma, estudos de identificação de origem vegetal e identificação de compostos biologicamente ativos, como os atualmente desenvolvidos em nossos projetos, poderão ajudar a definir no futuro, o tipo de própolis adequada a cada uso medicinal.

 

QUADRO 1:

Propriedades biológicas da própolis já descritas na literatura.

Propriedades biológicas da Própolis

Referência

Antimicrobiana Ghisalberti, Bee World, 60, 59-84, 1979

Park et. al., Current Microbiology, 36, 24-28, 1998

Antifúngica Millet- Clerc et. al., Plant. Med. Phitother, 21, 3-7, 1987

Kujumgiev et. Al., 64 (2), 235-240, 1999

Antivirótica Esanu et. al., Virologie, 32, 213-215, 1981

Serkedjieva et. al. J. Nat. Prod., 21, 294-297, 1992

Antiprotozoário Scheller et. al. Arzneim- Forsch. Drug res., 30, 1847-1848, 1980

Torres et. al. Rev. Cubana Cienc. Vet., 15-19, 1990

QUADRO 2:

Propriedades terapêuticas da própolis já descritas na literatura.

Propriedades terapêuticas

Referência

Antiinflamatória Olinescu, Stud. Cercet. Biochim., 34, 19-25, 1991

Park et. al. Ciênc. Tecnol. Aliment., 18 (3), 313-318, 1998

Antioxidante Yanishlieva & Marinova, Kharanitelnopr. Nauka, 2, 45-50, 1986
Cicatrizante e regeneração de tecidos Stojko et. al., Arzneim - Forsch. Drug Res., 28, 35-37, 1978
Anti-sépticas e hipotensivas Ghisalbert, Bee World, 60, 59-84, 1979
Tratamento de gengivites Magro Filho et. al., 32, 4-6, 1990
Atividade hepatoprotetora e Agente anti-úlceras Kabanov et. al., Sov. Med., 6, 92-96, 1989

Fonte : Matéria publicada na revista Revista OESP – Alimentação n° 27 de novembro/dezembro de 1.999.

 

Nome Comercial: Propolight-Própolis Forte 35ml

Identificação do produto: Propolight - Própolis Forte 35ml

Forma de Apresentação: frasco com 35ml.

 

INFORMAÇÕES AO CONSUMIDOR

O Extrato de Própolis em é uma solução com alta concentração de própolis, obtida a partir de própolis bruta padronizada, em equipamento desenvolvido para maximizar a extração. Apresenta as atividades cientificamente comprovadas da Própolis Uniflora, permitindo administração em quantidades eficazes de acordo com a necessidade do paciente.

A Uniflora dispõe dos equipamentos necessários e pessoal altamente treinado para realizar a manipulação e o controle de qualidade do seu extrato de própolis. Dessa forma podemos garantir que as propriedades da própolis não são prejudicadas.

 

A própolis é uma substância resinosa e balsâmica, que possui coloração e consistência diversas, variando da coloração marrom até verde escuro. É produzida pelas abelhas a partir brotos e exudatos resinosos de plantas, e utilizada no interior da colméia para “soldar” favos, envernizar os alvéolos, fechar frestas para redução da entrada de vento frio, e, principalmente, dos inimigos naturais: fungos e bactérias. Também é utilizada para embalsamar pequenos animais mortos pelas abelhas e que não puderam ser retirados, evitando assim a putrefação.

A composição química da própolis depende da ecologia botânica de cada região, mas em geral é composta de 50% de resina e bálsamo, 30% de cera, 10% de óleos essenciais e aromáticos, 5% de pólen e 5% de várias outras substâncias. Até o momento já foram identificados mais de 200 compostos químicos na própolis, dentre os quais, flavonóides, ácidos aromáticos, terpenóides, aldeídos, álcoois, ácidos alifáticos e ésteres, aminoácidos, esteróides, açucares, etc. Os intensos estudos sobre própolis revelam que estes compostos são os responsáveis pelas suas diversas ações fisiológicas: antimicrobiana (funciona como um antibiótico natural), antiinflamatória, cicatrizante, antifúngica, anestésica e antioxidante (combate os radicais livres).

A qualidade do extrato de própolis é controlada através dos seguintes parâmetros: dosagem do teor de flavonóides (através de análise em espectrofotômetro), grau Brix, porcentagem de resíduo seco, graduação alcoólica e densidade. Atualmente nosso laboratório de microbiologia está padronizando uma metodologia para testar a atividade antimicrobiana das própolis utilizadas, com o objetivo de controlar e comprovar o poder antibiótico do produto final.

 

RESTRIÇÕES

Pessoas sensíveis à própolis não devem utilizar o produto.

 

EFEITOS COLATERAIS
Não há relatos concretos, mas deve-se atentar para a ocorrência de reações alérgicas.

 

RECOMENDAÇÕES DE USO
3 Jatos na boca, 4 vezes ao dia.